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Apresentação

Intercâmbio de Jovens é um programa de Rotary International e é um excelente canal para promoção da solidariedade internacional. Todo ano, cerca de 8.000 estudantes de 15 a 18 anos viajam para o exterior sob o patrocínio do Programa de Intercâmbio de Jovens do Rotary, dentro de duas modalidades: curta-duração e longa-duração.

O desenvolvimento pessoal, auto-estima, reconhecimento de diferenças culturais e perspectiva global ganhos dos intercambistas como conseqüência do programa não seriam possíveis sem o compromisso do muitas famílias de anfitriãs e do trabalho voluntário e a dedicação de Rotarianos que servem como Oficiais de Intercâmbio em todos os Clubes. Além disso, este compromisso e entusiasmo é multiplicado pela transferência de experiências pós-programas pelos estudantes participantes.

Estudantes mais velhos, de 19 a 25 anos de idade podem participar do Intercâmbio de Novas Gerações. Este intercâmbio tem duração de 3 a 6 semanas, em média.

Tudo isso graças ao programa Intercâmbio de Jovens que, desde 1929, vem ampliando os horizontes de estudantes e famílias anfitriãs de todo o mundo.

O contato com novas culturas e estilos de vida promove compreensão entre as pessoas.

Essa compreensão pode ser a base para a paz e harmonia mundial.

Metas e objetivos


A força mais poderosa na promoção da paz e compreensão internacional é o contato com culturas diferentes. O mundo torna-se um lugar menor e mais aconchegante quando aprendemos que todas as pessoas - independentemente de sua nacionalidade - têm os mesmos desejos básicos: meio ambiente seguro e confortável que permita uma vida rica e gratificante para si próprias e suas famílias.

O Intercâmbio de Jovens oferece a milhares de estudantes a oportunidade de conhecer outros países, seus habitantes e a cultura local, plantando, desta forma, sementes de compreensão internacional.

- Comunidades do mundo todo podem beneficiar-se através do programa Intercâmbio de Jovens.

- Os estudantes aprendem, em primeira mão, sobre os desafios enfrentados e as realizações de pessoas de outros países.

- Os jovens amadurecem como indivíduos, ao mesmo tempo em que ampliam sua visão do mundo.

- Rotary Clubs, famílias e comunidades anfitriãs estabelecem um relacionamento prolongado e agradável com pessoa de outra cultura.

- Os participantes regressam ao país de origem com uma visão mais ampla do mundo e maior compreensão de si mesmos.

- Jovens assumem posições de liderança, desempenhando responsabilidades de uma maneira determinada, em parte, pela experiência do intercâmbio.

Rotarianos procuram proporcionar aos estudantes as melhores condições para intercâmbios bem-sucedidos. Graças aos esforços de centenas de dedicados rotarianos e suas famílias, e à colaboração de uma rede de mais de 1,2 milhão de rotarianos em todo o mundo, o programa vem sendo realizado com sucesso há muitos anos.

Este website reflete a experiência combinada dos numerosos rotarianos que ajudaram a fazer do Intercâmbio de Jovens o sucesso que é hoje em dia. Os procedimentos e as recomendações sugeridas mostraram-se eficazes em numerosos distritos. Alguns clubes e distritos produziram seus próprios manuais, sendo que algumas das idéias inclusas nos mesmos foram adaptadas. Sempre que for apropriado, pode ser acrescentado novos materiais e adaptações para atendimento das necessidades.

Histórico


No início, o Intercâmbio de Jovens envolvia apenas alguns clubes. O primeiro intercâmbio foi organizado em 1929 pelo Rotary Club de Copenhagen com participantes europeus. Com o início da 2ª Guerra Mundial os intercâmbios europeus cessaram mas foram reiniciados após essa conflagração, em 1946.

Intercâmbios entre clubes da Califórnia, nos EUA, e países latino-americanos foram iniciados em 1939, e estenderam-se ao leste dos Estados Unidos em 1958. A primeira atividade multidistrital do programa, conhecida como Intercâmbio de Estudantes dos Estados do Leste dos EUA, foi realizada em 1962.

Em 1972, o conselho diretor do RI decidiu sugerir o Intercâmbio de Jovens aos Rotary Clubs de todo o mundo como importante atividade internacional, recomendando para a mesma diretrizes específicas.

O programa, administrado por Clubes, Distritos e grupos multidistritais de Rotary, cresceu, incluindo atualmente cerca de 80 países e mais de 8.000 estudantes por ano.

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A importância do intercâmbio para a carreira

IntercâmbioMomentos de crise servem para evidenciar a importância de um intercâmbio cultural na carreira. Com menos recursos para realizar investimentos, as empresas passam a restringir suas atividades, podendo, até mesmo, demitir alguns profissionais. Ficam aqueles com diferenciais.

A dificuldade para obter um emprego certamente é maior em momentos de recesso econômico, tornando assim a competição bem mais acirrada. É justamente em momentos como este que o profissional que realiza um programa de intercâmbio se destaca no mercado de trabalho.

Mas vale lembrar que o programa de intercâmbio não é a tão sonhada viagem para Disney, ou qualquer viagem que se vá a passeio para o exterior. O intercâmbio que vale como diferencial é o intercâmbio cultural no intuito de estudar e/ou trabalhar no país de destino, com isso permanecemos mais tempo no outro país e o resultado é a qualidade na troca que pode ser de experiências, cultural, comercial, entre outros sentidos, já que muitos jovens têm como objetivo não só aprender uma nova língua, mas também se divertir. Mas além de toda a diversão, fazer um intercâmbio hoje é uma alternativa conveniente de crescer profissionalmente. A maioria das empresas leva em consideração uma experiência no exterior durante o processo de seleção para uma vaga.


A DIFERENÇA NO MUNDO CORPORATIVO

A experiência de viver em outro país proporciona ao profissional conhecer hábitos diferentes, abrindo uma nova perspectiva, com isso o intercambista precisa se adaptar a um novo ambiente, enfrentar desafios e crescer, como pessoa e profissional.

Este é um dos motivos que os departamentos de Recursos Humanos de diversas empresas brasileiras levam em consideração a participação em programas de intercâmbio cultural no exterior na hora de contratar novos profissionais. A adaptação os credencia a encarar desafios corporativos com sucesso.

O planejamento de uma viagem dessa imensidão e importância demora um pouco, é preciso ter paciência e ser comprometido com o seu objetivo, mas o esforço valhe à pena e depois é só colher os resultados. Uma dica é pesquisar em agências os melhores pacotes e promoções. Uma forma muito legal e interessante de pesquisar é conversar com seus amigos que já fizeram um intercâmbio e pedir dicas.

Por Cybele Padoan Giacchetto
http://www.administradores.com.br

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Fábio Di Giórgio escreve sobre seu intercâmbio na Argentina

O Intercambista Fábio Di Giórgio (indicado pelo Rotary Club de Cachoeiro de Itapemirim) participou do programa de curta-duração com o Distrito 4810, em Córdoba, na Argentina, de 14/Janeiro/2004 a 15/Março/2004. Leia o que ele escreveu sobre seu intercâmbio:

A experiência do intercâmbio
Quando meu pai me perguntou se eu queria fazer intercâmbio, respondi sim instintivamente, sem ainda possuir nenhuma noção do que significava esta palavra. Pensei, seria umas férias prolongadas, onde poderia fazer o que quisesse. Certo. A opção que me deram foi para a Argentina. Na verdade não me agradou muito. Tinha uma idéia totalmente equivocada, pensando que eles acreditavam ser melhores que os brasileiros e haveria muita rivalidade entre os países. Era perto demais e muito parecido com o Brasil, mas eu teria como ponto favorável à possibilidade de aprender uma língua distinta e mais fácil que outras. Era o que acreditava, mas que não foi totalmente verdade.

Tudo certo, resolvido. Ficou mesmo a opção da Argentina e fui viajar. No caminho para o aeroporto não conseguia dar um nó numa gravata de tão nervoso que estava, pois não tinha nem idéia do que iria me ocorrer. Não tinha informação nenhuma sobre qual cidade e principalmente que família iria me receber. Saí do avião depois de 3 horas de uma viagem cheia de expectativas, onde no saguão do aeroporto, com receio do que me esperava, procurava minha nova família e vi umas seis pessoas juntas no fundo da sala - só podia então ser minha nova família -, me aproximei com um sorriso amarelo e logo vieram me abraçando, eu meio sem jeito, até porque não tinha o costume de fazer isso nem com os meus pais. Estava em Córdoba agora, mas a cidade onde ia ficar estava distante 40 km de lá. Chama-se Colônia Caroya, uma cidade de imigrantes italianos, todos italianos. Pequena demais para alguém que estava acostumado a viver no Rio de Janeiro, era praticamente uma avenida, a cidade, mas era a avenida mais linda que tinha visto em toda minha vida, 8 km de árvores nas margens desta avenida o que criava um ambiente único.

Meus pais de lá eram agricultores, tinham estufas para plantar tomate. Era uma família muito distinta da minha, mas que família fantástica! Apesar dos problemas que este homem passou, nunca deixou de sorrir. Tinham, uma semana antes, acabado de roubar seu carro. Agora possuía duas irmãs, e uma grande família cheia de primos. As pessoas que conheci, as coisas que tinha fazer, todos ótimos, sempre procurando me agradar ao máximo. Eu me sentia em casa e não tive problema nenhum. Não me obrigaram nenhum dia a me levantar cedo, mas sempre levantava cedo para poder ajudá-los no invernadeiro, estava sempre disposto, era algo intrínseco. Acredito que é o ideal do Rotary ajudar o próximo sempre, nunca tinha feito algo tão forte assim. E minha impressão de argentinos foi a melhor possível. Eles amam o Brasil, têm orgulho de mostrarem a identidade, onde ao invés de a nacionalidade estar escrito Argentina está escrito Mercosul, que era algo que me fazia arrepiar, e neste ponto ainda estamos atrasados - seria melhor descobrir o quanto somos iguais. Os amigos que fiz, de todos os lados do mundo, pois tinha outros intercambistas, e a gente sempre junto - todo dia quando abro meu e-mail sempre tem um recado de algum deles, de cada lugar mais estranho possível, de todos os cantos. Não tem como, além de espanhol tem que se virar também em inglês, você é forçado a falar para se locomover, não tem como não aprender um pouco. E aprende a ser mais tolerante, aceitar o diferente, porque alguns dos que conheci eram fechados, mas com o tempo se quebra o gelo e são tão quentes como os brasileiros.

E toda a tarde sentar para tomar mate com os amigos e fazendo planos para a noite, e discutir quem é melhor - Pelé ou Maradona, River ou Flamengo - nunca chegávamos às respostas. Mas sempre quando a discussão era a política a integração da América como um todo, isto sempre era unanimidade.

Foi uma experiência fantástica, que me ajudou a encontrar principalmente a humildade. O único problema que tive foi que passou muito rápido, hoje tento convencer o meu irmão a fazer um longo, estes dois meses voaram, só lembro de ter me sentado na cama quando cheguei e depois estar chorando no avião por ter de voltar. Mas não tem problema - os meus amigos que fiz lá, tenho certeza que não vou perder, e principalmente o contato com a minha família, quando recebo e-mail deles ou um telefonema e sempre inicia como hijo ou hermano. À volta encontrei minha família toda me esperando no aeroporto como a tempo não a via, até para a família há uma mudança significativa e uma união para receber o melhor possível a pessoal que retorna a casa. Muitos querem mudar o mundo, mas o certo é mudar a si mesmo. Este foi um pouco de minha experiência que vivi, neste intercâmbio curto, que queria que tivesse se prolongado. Todos deveriam ter uma oportunidade desta para valorizar as coisas que possui e aprender a ser tolerantes.

Fábio

Fonte: http://www.rotary4410.org.br/yep/testemunhos.html

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